"- Você nunca se sentiu pequeno ao olhar para o oceano?
Ele riu.
- Nunca. Nem ao olhar para os planetas. Nem para os picos das montanhas [...] Por que deveria? Quando olho para o oceano [...] penso na capacidade magnífica do Homem que criou este barco para conquistar todo esse espaço [...]
É interessante especular sobre as razões que tornam os homens ansiosos para rebaixarem a si mesmos. Como naquela idéia de se sentir pequeno diante da natureza [...]
Você já notou como um homem se sente virtuoso quando fala sobre isso? [...]
Não é esse o espírito que controlou o fogo, o vapor, a eletricidade, que atravessou oceanos em barcos à vela, que construiu aviões e represas... e arranha-céus. O que eles temem? [...] por quê?
- Quando eu encontrar a resposta para isso - disse ela - farei as pazes com o mundo."
Ayn Rand, trecho de A Nascente (The Fountainhead)
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3 comentários:
Já, como há prevalência do sentir pequenez. Uma problemática?
Priscila Cáliga
Tudo é somente a velha questão de perspectiva. Absoluto ou Relativo, tudo é como acreditamos que seja.
Eu adoro o teu blog.
Nicholas, a resposta nunca é bastante forte, e dá margem certas dúvidas; nas especulações terapeuticas e na psicologia o seres em dadas situações expressam o sentimento de pequeno, onde é uma luta constante, diária - o interior no fortalecer, que traz amadurecimento - armaduras.
Priscila Cáliga
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