Gostei muito do projeto Aquarius para um e-governo, com dados abertos e tudo. Pena que não é 100% livre, usa alguns códigos proprietários... enfim.
Se tudo não ficar só no papel, acho que estamos indo pelo caminho certo. :)
Veja também:
- G1 - 'Vale do Silício' paulista cria empregos,
mas faz pouca pesquisa - notícias em São Paulo - “Einstein não seria pesquisador A1 do CNPq”:
entrevista de Miguel Nicolelis
Trechos da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI)
O principal desafio que o Brasil terá de enfrentar se quiser se transformar em um País efetivamente desenvolvido, com uma economia eficiente e competitiva: preparar-se para a "sociedade do conhecimento".
Essa é a diretriz estratégica para as próximas décadas, que no nosso caso, implica combinar educação universal de qualidade, pesquisa científica, inovação e inclusão social.
Avançar na estruturação de uma base econômica apoiada em um processo endógeno e dinâmico de inovação, é decisivo para que o Brasil possa realizar o sonho de uma sociedade próspera, justa e soberana capaz de interferir à escala global, nos rumos e na gestão do desenvolvimento mundial.
O cenário de incertezas resultante da crise de 2008, com a ameaça de aprofundamento da recessão nos Países de maior desenvolvimento relativo e de novos desequilíbrios no sistema financeiro mundial, guerra cambial e recrudescimento do protecionismo, embute desdobramentos preocupantes quanto ao futuro do comércio mundial e ao equilíbrio das relações econômicas internacionais.
O Brasil, embora se encontre em uma posição relativamente confortável, graças às políticas de consolidação macroeconômica, reativação do crescimento e fortalecimento do mercado interno mediante a expansão do emprego, redistribuição da renda e consumo de massa, adotadas pelo presidente Lula e pelo governo da presidente Dilma Rousseff, evidentemente não ficará imune às restrições derivadas de um eventual agravamento do cenário internacional.
Para o Brasil, grande produtor e exportador de commodities, com uma moeda ainda expressivamente apreciada apesar das correções recentes, esse cenário global favorece a especialização primário-exportadora, manifestando-se na composição da pauta de exportações e na crescente participação das importações no consumo doméstico, principalmente nos segmentos de média-alta e alta tecnologia.
O maior risco para o País é a acomodação a essa condição de grande produtor e exportador de commodities, o que tende a produzir consequências extremamente graves da perspectiva do desenvolvimento do País a longo prazo.
O Brasil, por seu potencial de recursos, avanços em sua capacidade científica e tecnológica em diversas áreas, dinâmica do seu mercado interno e pelo grau de desenvolvimento industrial já alcançado, não pode se contentar em ser um grande exportador de petróleo, alimentos e minérios.
Pode e deve sim, aproveitar as oportunidades existentes no mercado internacional, mas sempre na perspectiva de agregação de valor à produção primária e a utilização dos recursos obtidos por essa via no fortalecimento, integração e diversificação da sua capacidade industrial, na elevação da produtividade sistêmica da economia, na revolução do seu sistema educacional e na construção das bases científicas e tecnológicas sobre as quais descansarão, a longo prazo, o bem estar das gerações futuras e a projeção dos interesses estratégicos nacionais no cenário internacional.
Nesse sentido é importante:
i) ampliar sistematicamente a formação e capacitação de recursos humanos e fortalecer a pesquisa e a infraestrutura científica e tecnológica;
ii) elevar expressivamente os recursos destinados a apoiar o desenvolvimento tecnológico e a inovação;
iii) dar um enfoque sistêmico à ação de apoio do Estado e desenvolver novas modalidades e instrumentos de apoio, parceria, compartilhamento de riscos e coordenação com os segmentos empresariais e setores prioritários para o fomento da inovação;
iv) apoiar o adensamento tecnológico das cadeias produtivas com potencial competitivo ou fragilizadas pela concorrência internacional, visando a redução dos déficits críticos na balança comercial, o aumento do conteúdo local da produção de bens de elevado conteúdo tecnológico e a ampliação da participação de empresas de capital nacional em tecnologias de alto conteúdo de conhecimento;
v) estabelecer regras para o investimento direto estrangeiro, visando a internalização de centros de P&D, a transferência de tecnologias e associação com empresas nacionais.
Eixos de sustentação da ENCTI
- Promoção da Inovação;
- Novo padrão de financiamento do desenvolvimento científico e tecnológico;
- Fortalecimento da pesquisa e da infraestrutura científica e tecnológica;
- Formação e capacitação de recursos humanos.
Programas Prioritários
- TICs — Tecnologias da informação e comunicação;
- Fármacos e Complexo Industrial da Saúde;
- Petróleo e Gás;
- Complexo Industrial da Defesa;
- Aeroespacial;
- Nuclear;
- Fronteiras para a inovação;
- Biotecnologia;
- Nanotecnologia e novos materiais;
- Fomento da economia verde;
- Energia;
- Biodiversidade;
- Mudanças climáticas;
- Oceanos e zonas costeiras;
Programas complementares
- C,T&I para o Desenvolvimento Social;
- Popularização da C,T&I e melhoria do ensino de ciências;
- Inclusão produtiva e tecnologia social;
- Tecnologias assistivas;
- Tecnologias para Cidades Sustentáveis.
- Indústria química;
- Bens de capital;
- Energia elétrica;
- Carvão mineral;
- Minerais estratégicos;
- Produção agrícola sustentável;
- Recursos hídricos;
- Amazônia e Semi-Árido;
- Pantanal e Cerrado.





















2 comentários:
Classificação Fiscal, Software NCM e Mercadorias.
Pow,muito bacana esse blog,parabens em,passaram 2 pessoas la no meu e falaram do seu,aprovadissimo 100% ai da gosto de ver blogs recomendandos,me recomendaram esse www.rastreamentodecelular.net,parece que é de software de celular pra rastrear e eu tava precisando,sera que é bom?Abraços,fui,BLOG PERFEITO!!
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